Bem vindos!!!!!!!!!!!! Este blog é para que vocês, meus alunos, ex-alunos e simpatizantes, possam expressar-se em português e assim utilizar um pouco mais esse idioma. Aqui, vocês receberão informações sobre vários assuntos ligados ao português e principalmente ao Brasil e espero que todos vocês opinem sobre os temas abordados. Trarei várias reportagens e artigos publicados em outros blogs para que vocês possam ler o que mais interessar. Deixem suas opiniões, sempre em português!
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sábado, 6 de agosto de 2016
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Os problemas de escrita nas empresas que podem tornar a comunicação profissional um inferno
que envolve:
A quantidade mostra-se uma qualidade: quanto mais palavras houver em seu repertório, mais apto o profissional estará para desempenhar um cargo hierarquicamente superior, uma vez que sua comunicação será mais segura e desenvolta. Uma das principais competências de quem exerce posição de liderança é uma ótima comunicação.
Na comunicação escrita, as pessoas que leem a mensagem poderão dar a entonação que quiserem. Tudo dependerá de seu humor no momento da leitura e também do relacionamento que se tem com o responsável pela redação do texto. Como não há um contato visual, não há como explicar uma frase ambígua, esclarecer dúvidas.
As empresas estão, cada vez mais, buscando aperfeiçoar e integrar suas equipes através de treinamentos. Porém, os profissionais precisam atentar para o fato de que são eles os responsáveis por seu aprimoramento e empregabilidade. .
- Planeje antes de sair escrevendo. A construção dos pensamentos se dá de forma inconsciente, involuntária e muito rápida.
- Mais importante que ser objetivo é ter objetivos. Toda reunião, apresentação, comunicado, e-mail, enfim, toda comunicação em um ambiente profissional deve ter objetivos claros a serem expressos. Para isso, é fundamental planejar cada situação, pensando quais são os pontos que devem ser essencialmente comunicados, qual é a melhor maneira de apresentá-los, quais argumentos os justificam, qual o conhecimento dos envolvidos sobre o assunto, que nível de formalidade usar.
- Por exemplo, uma apresentação sobre um produto deve ser moldada de acordo com seus ouvintes: deve ser de um modo quando feita para vendedores, e de outro, quando feita para uma equipe de técnicos. Cada grupo tem seu interesse e seu foco em um assunto. Isso deve ser considerado sempre.
ECONOMIA EXPRESSIVA - Use frases e parágrafos curtos. O número de mensagens que recebemos por dia é elevado e, se as suas mensagens são longas, a chance de que elas sejam lidas na íntegra é mínima. Outra técnica que facilita a leitura é transformar parte do texto em itens.
- Evite o uso de abreviações e muitos estrangeirismos.
- Evite palavras de difícil compreensão ou pouco utilizadas. Cuidado para não passar o ar de soberba.
- Seja direto, claro e simples e mantenha o foco no tema proposto. Não descreva todo um cenário para só no final da mensagem dizer o que é mais relevante.
PARA NÃO REPETIR PALAVRAS - Revise seus textos: quando a comunicação é por escrito, seja em e-mails ou em memorandos, é preciso considerar que a linguagem escrita é bem diferente da linguagem oral. Nós não escrevemos como falamos em textos corporativos. A linguagem precisa ser mais clara e correta, pois não permite correções no momento da leitura, como ocorre com a fala. Tendo isso em mente, é fundamental ler e reler seus textos antes de enviá-los. A revisão atenta de um texto elimina grande parte dos problemas de concordância e de dupla interpretação. Cuidado também com os erros de digitação. Pense em que imagem você está passando como profissional.
A solução para um domínio amplo de vocabulário está na leitura. Quer crescer profissionalmente? Então, leia revistas, jornais, livros de ficção, não-ficção, como as biografias. Leia textos técnicos de sua área, mas grandes clássicos também.
Duas dicas para melhorar sua leitura:
1. Ao encontrar alguma palavra desconhecida ou que esteja sendo empregada com uso diferente daquele com o qual você está acostumado, quando der, vá até o dicionário mais próximo e sane suas dúvidas.
2. Arrisque-se, escrevendo algumas frases simples com a utilização dessa nova palavra ou de seu significado. Quanto mais você a utilizar, mais chances terá de que ela faça, definitivamente, parte de seu vocabulário.
Se eu o ver, darei o recado.
Se ele manter o acordo, teremos ótimos resultados.
Quando eles proporem o valor, nós decidiremos se compraremos o equipamento.
Se o vir, darei o recado
Se ele mantiver o acordo, teremos ótimos resultados.
Quando eles propuserem o valor, nós decidiremos se compraremos o equipamento.
Aconteceu muitos casos de reclamação de clientes.
Segue os documentos necessários para o cadastro.
Os produtos da empresa não contém prazo de validade.
Foi feito várias propostas.
Ocorreu nos meses de agosto e setembro sérias crises econômicas.
Vai aparecer mais candidatos à vaga.
Fica estabelecido as seguintes alterações.
Aconteceram muitos casos de reclamação de clientes.
Seguem os documentos necessários para o cadastro.
Os produtos da empresa não contêm prazo de validade.
Foram feitas várias propostas.
Ocorreram nos meses de agosto e setembro sérias crises econômicas.
Vão aparecer mais candidatos à vaga.
Ficam estabelecidas as seguintes alterações.
Problema
separar o sujeito do verbo com vírgula
Separar o verbo dos objetos direto e indireto com vírgula
Frases longas e com pouca pontuação
Exemplo com equívoco
foram apresentadas na última reunião, duas soluções para este problema.
Nós obedecemos incondicionalmente, ao código de conduta da empresa.
A timidez ao falar inglês é caracterizada por um bloqueio que impede que informações sejam expressas principalmente em um grupo de pessoas ou de estudos, ela funciona como um sinal de autocrítica elevada que atua como um filtro capaz de avaliar se nossas atitudes estão de acordo com nossos valores. É preciso deixar claro que não há problema algum em ser introvertido! O problema da timidez só existe quando passa a ser um fator limitante de sua comunicação pessoal ou corporativa.
Correção
"Foram apresentadas, na última reunião, duas soluções para este problema". Ou: "Foram apresentadas na última reunião duas soluções para este problema."
"Nós obedecemos, incondicionalmente, ao código de conduta da empresa." Ou: "Nós obedecemos incondicionalmente ao código de conduta da empresa."
A timidez ao falar inglês é caracterizada por um bloqueio que impede que informações sejam expressas, principalmente em um grupo de pessoas ou de estudos. Ela funciona como um sinal de autocrítica elevada, que atua como um filtro, capaz de avaliar se nossas atitudes estão de acordo com nossos valores. É preciso deixar claro que não há problema algum em ser introvertido!
sábado, 11 de setembro de 2010
Por que, porque, por quê ou porquê?
Aí vai a explicação de quando e como usar.
O uso correto segundo a gramática
Por que (separado, sem acento)
Utiliza-se nas interrogativas, sejam diretas ou indiretas. É um advérbio interrogativo. Exemplos:
Por que ele foi embora? (interrogativa direta)
Queremos saber por que ele foi embora. (interrogativa indireta)
Dica: Coloque a palavra "motivo" ou "razão" depois de "por que". Se der certo, escreva separado, sem acento.
Queremos saber por que motivo ele foi embora.
Por que pode também equivaler a pelo qual, pela qual pelos quais, pelas quais, sendo o que, nesse caso, um pronome relativo. Exemplo:
Aquele é o quadro por que ela se apaixonou.
Dica: Substitua por que por "pelo qual, pelos quais, pela qual ou pelas quais":
Aquele é o quadro pelo qual ela se apaixonou.
Porque (junto, sem acento)
Estabelece uma causa. É uma conjunção subordinativa causal, ou coordenativa explicativa. Exemplos:
Ele foi embora porque cansou daqui.
Não vá porque você é útil aqui.
Dica: Substitua porque por "pois".
Ele foi embora pois se cansou daqui.
Também utiliza-se porque com o sentido de "para que", introduzindo uma finalidade:
Ele mentiu porque o deixassem sossegado.
Por quê (separado, com acento)
Em final de frase ou quando a expressão estiver isolada, usa-se por quê. Exemplos:
Ele foi embora por quê?
Você é a favor ou contra? Por quê?
Porquê (junto, com acento)
Equivalendo a causa, motivo, razão, porquê é um substantivo. Neste caso ele é precedido pelo artigo o. Exemplo:
Não quero saber o porquê de sua recusa.
Dica: Substitua "porquê" por "motivo".
Não quero saber o motivo de sua recusa.
fonte: http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1693u35.jhtm
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Dicas de português. Verbos difíceis!!!!!!
Ter, pôr, vir e ver
por DÍLSON CATARINO* especial para o Fovest Online
Muitos são os verbos que trazem dificuldades ao cidadão comum; certamente você já enfrentou problemas com eles ao falar ou ao escrever uma frase qualquer. Os verbos ter, pôr, vir e ver são alguns deles, e será sobre eles a nossa coluna da semana. Vamos a eles:
A primeira dificuldade, em relação aos verbos ter, ver e vir, é a acentuação. Como se escrevem? Com um e só? Com dois ee? Com acento agudo? Ou circunflexo?
Os verbos ter e vir serão escritos com um "e" só e com acento circunflexo (^) quando o elemento que tem algo ou que vem a algum lugar ou de algum lugar (o sujeito) estiver na terceira pessoa do plural (eles, elas, vocês...) do presente do indicativo (Todos os dias...). Teremos, então, frases como "Todos os dias eles têm que estudar"; "Elas vêm até aqui para conversar"; "Vocês têm coragem?". Se o sujeito estiver no singular, não haverá acento algum: "Todos os dias ele tem de estudar"; "Ela vem até aqui para conversar"; "Você tem coragem?".
Os derivados desses dois verbos (manter, conter, deter, reter, intervir, provir, convir...) receberão acento agudo quando o sujeito for a segunda pessoa do singular (tu) ou a terceira pessoa do singular (ele, ela, você...) e receberão acento circunflexo quando o sujeito estiver na terceira pessoa do plural (eles, elas, vocês...). Teremos, então, frases como "O deputado diz que mantém sua palavra"; "Essas caixas provêm dos Estados Unidos"; "Tu deténs teus ímpetos?". Já o verbo ver e seus derivados serão escritos com dois ee, com acento circunflexo no primeiro deles, quando o sujeito estiver na terceira pessoa do plural do presente do indicativo. Teremos, então, frases como "Os meninos vêem os jogos da seleção sempre"; "Alguns homens dizem que prevêem o futuro". Se o sujeito estiver no singular, esses verbos serão escritos com um "e" só e com acento circunflexo. Teremos, então, frses como "O menino vê os jogos da seleção sempre"; "Aquele homem diz que prevê o futuro".
A segunda dificuldade, em relação aos verbos ter, pôr, vir e ver, é a conjugação deles em certos tempos e modos. O certo é "quando eu pôr" ou "quando eu puser"? "Se eu vir ao colégio" ou "Se eu vier ao colégio?"
O tempo verbal denominado pretérito imperfeito do subjuntivo indica hipótese, condição, é iniciado pela conjunção "se" ou pela conjunção "caso", é caracterizado pela desinência "sse" e geralmente acompanhado de outro verbo no futuro do pretérito do indicativo, tempo caracterizado pela desinência "ria": "Se eu estudasse mais, conseguiria melhores notas"; "Caso estudássemos mais, conseguiríamos melhores notas".
O tempo verbal denominado futuro do subjuntivo indica possibilidade futura, é iniciado pela conjunção "quando" ou pela conjunção "se", é caracterizado pela desinência "ar", "er" ou "ir" e geralmente acompanhado de outro verbo no futuro do presente do indicativo: "Se eu estudar mais, conseguirei melhores notas"; "Quando estudarmos mais, conseguiremos melhores notas".
Esses dois tempos verbais são formados a partir de outro tempo denominado pretérito perfeito do indicativo, que indica ação ocorrida no passado em determinado momento: "Ontem eu conversei com a Giovana". A terceira pessoa do plural desse tempo é caracterizada pela desinência "ram": "Ontem eles conversaram com a Giovana". Se retiramos as duas últimas letras dessa desinência ("a" e "m"), formaremos a base para o futuro do subjuntivo. Se retirarmos também a letra "r" e acrescentarmos a desinência "sse", formaremos a base para o pretérito imperfeito do subjuntivo. Vejamos, então: "Ontem eles conversaram" é o verbo conversar no pretérito perfeito do indicativo; "Quando ele conversar", no futuro do subjuntivo; "Se ele conversasse", no pretérito imperfeito do subjuntivo.
Agora analisemos os verbos apresentados como problemáticos - ter, pôr, vir e ver: Ontem eles tiveram, eles puseram, eles vieram e eles viram = pretérito perfeito do indicativo; Se ele tiver, se ele puser, se ele vier, se ele vir ("vir", do verbo ver) = futuro do subjuntivo; se ele tivesse, se ele pusesse, se ele viesse, se ele visse = pretérito imperfeito do subjuntivo. O mesmo acontece com os derivados desses verbos: Se eu mantivesse, se eu detivesse, se eu propusesse, se eu compusesse, se eu interviesse, se eu proviesse, se eu previsse, se eu antevisse, quando eu detiver, quando eu retiver, quando eu intervier, quando eu provier, quando eu previr, quando eu antevir.
A terceira dificuldade, em relação a ver e vir, também é referente à conjugação, mas agora o problema são palavras semelhantes: vir, vimos...
"Vir" tanto pode ser o infinitivo do verbo vir quanto o futuro do subjuntivo do verbo ver: "Se você o vir (verbo ver), diga-lhe para vir (verbo vir) até aqui. O mesmo se sucede com todas as pessoas: "Se vocês os virem, digam-lhes para virem até aqui".
"Vimos" tanto pode ser a primeira pessoa do plural do presente do indicativo do verbo vir quanto a primeira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo do verbo ver: "Nós vimos aqui agora porque ontem nós vimos o que aconteceu com você".
É isso aí. Qualquer hora voltaremos a discutir mais verbos.
Até mais ver.
*DILSON CATARINOé professor de língua portuguesa e poeta. Ele leciona em Londrina (PR).
domingo, 17 de maio de 2009
Palavras e locuções denotativas
Palavras e locuções denotativas
As palavras denotativas frequentemente ocorrem em frases e textos diretamente envolvidos com as estratégias argumentativas. Por esta razão, fique atento para o papel de palavras como até, aliás, também, etc. e para os efeitos de sentido que produzem nas situações efetivas de interlocução. Podem se difíceis de classificar, mas isso não impede que sejam importantes e necessárias.
São palavras que, embora, em alguns aspectos (ser invariável, por exemplo), assemelhem-se a advérbios, não possuem, segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira, classificação especial. Do ponto de vista sintático, são expletivas, isto é, não assumem nenhuma função; do ponto de vista morfológico, são invariáveis (muitas delas vindas de outras classes gramaticais); do ponto de vista, semântico são inegavelmente importantes no contexto em que se encontram (daí seu nome). Classificam-se em função da idéia que expressam:
Adição
ainda por cima Cheguei atrasado ao serviço e ainda por cima, esqueci os óculos
ainda Ele não é bom funcionário e ainda quer aumento
Adversidade
mesmo Mesmo doente foi ao trabalho
assim mesmo Ele estava muito cansado, assim mesmo foi a reunião
Afastamento
Afirmação
sim Sim, vou a festa, mesmo sem vontade.
com certeza Com certeza você já tomou todas as providencias
sem dúvida Sem dúvida, ela é ótima escritora
pois não -Pode me fazer um favor
- Pois não!
Aproximação
quase Quase cheguei tarde a reunião
praticamente O menino praticamente não almoçou
lá pelas Estarei em casa lá pelas 4h
bem A casa fica bem uns 20 km daqui
aproximadamente Chegarei aproximadamente às 9h.
cerca Ele pesa cerca de 70 kg.
por volta de Estarei em sua casa por volta de 4 h.
Coincidência
justamente Começou a chover, justamente no momento que eu saía
por cúmulo Perdi o ônibus e, por cúmulo, o táxi também
bem Bem, o que você quer que eu faça
Designação:
eis Eis nosso carro novo.
Distribuição
a principio A princípio tudo correu muito bem. Depois, não.
em seguida Cheguei ao centro; em seguida, começou a chover
primeiro, segundo Primeiro vamos estudar, depois ouvir musica
depois Depois do trabalho vamos ao cinema
Exclusão
apenas Apenas lhe dei o livro
sequer Ele nem sequer me cumprimentou
exceto Todos foram passear, exceto os que tinham que estudar.
Explicação
por exemplo Os tem o som de z entre duas vogais; por exemplo:casa.
a saber Visitamos várias cidades, a saber: Santos, Guarujá, São Vicente.
quer dizer Gosto muito do açúcar no café, quer dizer, café bem doce.
Frequência
sempre É sempre a mesma coisa. Você não estuda nada.
toda a hora Ele é muito inseguro. Telefona toda a hora para saber o que eu acho do trabalho.
Inclusão
também Quem veio à festa Pedro, Maria e também meus avós.
até Até meus avós vieram à festa
mesmo Mesmo meus avós vieram à festa.
inclusive Muitos parentes vieram à festa, inclusive meus avós.
Negação
qual nada Você iria ao passeio outra vez! Qual nada!
que esperança Você iria ao passeio outra vez! Que esperança!
qual o quê Ela lhe telefonou como prometera_ Qual o quê!
absolutamente Absolutamente, não irei ao passeio.
pois sim! -Você pode me emprestar R$ 20.000,00
Precisão
em ponto Cheguei às oito em ponto
precisamente O avião decolou precisamente às 19 h.
Realce
é que Eu é que sei o que tenho sofrido
sei lá Sei lá o que lhe pareceu!
mas é Estou preocupada mas é com sua saúde
só Olha só que coisa séria
Restrição
em parte Não concordo, em parte com você
em termos Gosto do meu trabalho em termos
relativamente A monografia está relativamente bem estruturada
Retificação
aliás É uma pessoa muito linda, aliás muito culta
isto é Ele é um bom profissional, isto é honesto.
ou melhor Vamos viajar nos próximos dias, ou melhor, depois de amanhã.
ou antes Quero comprar uns livros, ou antes, o que você me recomendou
Seleção
principalmente Gosto de ler, principalmente romance policial
mormente Gosto de café preto, mormente expresso
sobretudo A música brasileira é bonita, sobretudo a bossa nova.
Situação
mas Mas o que é que esta acontecendo
então Então, tudo bem com você
mas se Mas se ela não vier à festa, o que faremos
em suma Em suma, não vou fazer o que você me pede.
Adição: ainda, além disso, etc.
Por exemplo:
Comeu tudo e ainda repetiu.
Afastamento: embora
Por exemplo: Foi embora daqui.
Afetividade: ainda bem, felizmente, infelizmente
Por exemplo:
Ainda bem que passei de ano
Aproximação: , etc.
Por exemplo:
Ela quase revelou o segredo.
Designação: eis
Por exemplo:
- Eis nosso carro novo.
Exclusão: apesar, somente, só, salvo, unicamente, exclusive, exceto, senão, sequer, apenas, etc.
Por exemplo:
Não me descontou sequer um real.
Explicação: isto é, por exemplo, a saber, etc.
Por exemplo:
Li vários livros, a saber, os clássicos.
Inclusão: até, ainda, além disso, também, inclusive, etc.
Por exemplo:
Eu também vou viajar.
Limitação: só, somente, unicamente, apenas, etc.
Por exemplo:
Só ele veio à festa.
Realce: é que, cá, lá, não, mas, é porque, etc.
Por exemplo:
E você lá sabe essa questão?
O que não diria essa senhora se soubesse que já fui famoso.
Retificação: aliás, isto é, ou melhor, ou antes, etc.
Por exemplo:
Somos três, ou melhor, quatro.
Situação: então, mas, se, agora, afinal, etc.
Por exemplo:
Mas quem foi que fez isso?